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sábado, 31 de março de 2012
FICA COMIGO E SEJA DOCE COMO A LUA
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- Você vive num mundo paralelo?
É o nosso mundo paralelo! Isso é bom. Como diz, de médico e louco todo mundo tem um pouco, então somos normais por tudo que nos rodeia.
Só hoje percebi que você não está mais... Por horas a fio o telefone toca, a mensagem some. Será que te fiz tanto mal assim? Pergunto-me muitas vezes em momentos de epifania.
Quando você estava ao meu lado não dei o devido valor e só agora desejo que fique comigo e seja doce como a lua, com um olhar apaixonado... Igual quando a gente se amava e se desejava, em encontros furtivos em restaurantes, ruas e até nas esquinas da vida.
Amávamos-nos só pelo olhar, nunca nos tocamos, mas o desejo era por demais de grande. E assim você se foi, sem nunca me dizer o porquê.
Eu fico aqui nas doces lembranças de um sorriso e com a certeza de que um dia você vai chegar e dizer que tudo foi um engano.
Amávamos-nos só pelo olhar, nunca nos tocamos, mas o desejo era por demais de grande. E assim você se foi, sem nunca me dizer o porquê.
Eu fico aqui nas doces lembranças de um sorriso e com a certeza de que um dia você vai chegar e dizer que tudo foi um engano.
sexta-feira, 30 de março de 2012
GENTE FINA
Gesse André, Miriam Névola e Aldemir |
Bonotto, Melatte, Gesse André, Rodrigo e Nicomedes |
Gesse André e Gino Ferreira |
Marco Tulio, Ivandra e César |
Renata Staut, Jean e Luana |
Ademilson e Gesse André |
Melatte e Gesse André |
Melatte, Renata Staut e Gesse André |
Paulinho, Ivandra e Bonotto |
Equipe TV Morena/POR |
Betão e Rodrigo Lopes |
sábado, 24 de março de 2012
MINHAS IMPRESSÕES
DOURADOS/MS: Hoje fui agraciado
por coisas lindas e abençoado por Deus, brinquei, ri, me emocionei e descobri
que cada um tem o direito de exercer sua liberdade da maneira que lhe convier
desde que não perturbe o vizinho... Ficamos em uma sala completamente lotada de
voluntários, uns atrás do banco de horas, outros em preencher um vazio e eu
ali, perdido no meio da multidão... Por horas esperei o momento exato para ser
julgado por uma banca. (Até para ser voluntário é preciso passar por teste
vocacional).
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imagem da internet |
É estranho quando você deixa de
ser plateia para ser palco. Aqueles olhos brilhando me incomodaram bastante.
Mas enfim, tiver que encarar a toca do leão.
Transformar objetos em outros
objetos é bem engraçado. Pegar um guarda chuva e fazer uma viola, um pedaço de
telha em teclado nos faz pensar... É nesse momento que você tem que cativar o
público, fazer com que o mesmo assista com grande interesse o seu esquete do
começo ao fim.
Fomos divididos em grupo de 20
pessoas e em uma roda, pulamos, gritamos, corremos, congelamos e rimos muito,
vimos o que cada um tem para contribuir no bem estar do próximo.
Fui provocado, estimulado a
mostrar o melhor de mim, mas acho que fiquei devendo, mas o importante é que
pude compartilhar experiências com jovens de toda classe social.
Fui criticado ao me apresentar
como o palhaço tesão. Disseram-me que há um ritual para colocar um nariz de
palhaço, mas vem cá, estava apenas brincando de ser feliz... Agora até para ser
palhaço é preciso pedir benção aos deuses do além?
“Bem-me-quer ou mal-me-quer”
provoquei discussões úteis ao meu mundo. Enfim, além da minha força de vontade,
deixei para os avaliadores um pouco de alegria, e minhas impressões.
PARA SEMPRE SOZINHO
DOURADOS/MS: Chuva e vento na janela
lembram-me da doce espera. Enquanto a chuva fina cai no telhado, eu corro
contra o tempo... sexta-feira é o dia que me conforta, final de semana
chegou... início de um outono super molhado e o friozinho me remetem a uma cama
quentinha, mas antes chocolate quente com bolo de... chocolate.
Putz, no tic tac das horas vejo o
mundo passar em disparada ao meu redor e você em algum canto da cidade me faz
esperar mais alguns minutos. Minutos que
parecem eternidade.
Na longa espera de um abraço, de
um beijo quente, começo a divagar sobre o meu amor. Será que estou preparado?
Será que sou capaz de amar alguém muito mais do que a mim mesmo? Será, será e
será... saio pelas ruas em busca de respostas, mas o que vejo?
Encontros e desencontros, gente
chata reunida em bares da cidade. Outras enfurnadas em cultos e missas... e eu
aqui pagão, sem um amor pra chamar de meu.
Para sempre sozinho.
quarta-feira, 21 de março de 2012
MEIO ASSIM, SEI LÁ...
DOURADOS/MS: Louco, insano, maltrapilho,
executivo, dono, empregado, puta, gay, velho, novo, cego, deficiente, aidético,
preto, branco, amarelo, cabeça grande, cabeludo, careca, barrigudo, magro,
gordo.
Viver o mundo das artes cênicas me proporciona a possibilidade de ser
tudo isso, sem preconceito. Porque querendo ou não, a sociedade nos rotula como
o estranho, o esquisito, o ser anormal e amoral.
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Imagem: internet |
Na maioria das vezes, somos como
o lixo, como fruto mofado. O doce amargo da sua boca, não nos atinge mais!
A menina que levou toco daquele
garoto. O homem que ficou horas a esperar pela mulher amada na esquina de
casa... A chamada no celular, no primeiro momento ela deixa tocar até cair na
caixa de mensagem, depois o desliga e o cara insistente, persiste, resiste, mas
ela foi dormir como anjo.
Por hora você reza para o dia
chegar logo, para reencontrá-la e ver no seu rosto, as marcas da felicidade. Você insiste em saber quem é,
para onde vai e o que deseja. Hoje estou meio down, meio assim sei lá...
Saudade daquilo que não vivi. Fiz uma colcha de retalho no texto, mas quero
assim mesmo.
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FOTO: SEBASTIÃO SALGADO/ paratar.blogspot.com |
Prefiro jogar tudo para o alto e deixar a vida ficar cheia de
charme. Curtir um pouco do teatro do absurdo, o nonsense, totalmente sem sentido.
Deixar a angústia para o profissional sem preparo.
Agora estou aqui, esperando você
entrar em minha vida como o sol entra pela janela do meu quarto todas as
manhãs, vou ficando por aqui, por ali e por ai... sem rumo, sem destino, sem
desatino!
segunda-feira, 19 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
ARTHUR MOREIRA LIMA ENCANTA DOURADOS
Em comemoração ao mês da mulher Dourados recebe um Piano pela Estrada com Arthur Moreira Lima
DOURADOS/MS – Arthur Moreira Lima, considerado uma das mais importantes personalidades da nossa cultura, projetou-se internacionalmente no Concurso Chopin de Varsóvia. A crítica o considera extraordinário intérprete do grande repertório romântico e não tem poupado elogios a beleza da sua sonoridade.
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Gesse André |
Com um repertório que vai de Bach, Beethoven a Luiz Gonzaga, o público douradense ávido por boa música lotou o calçadão da Igreja Matriz. Foram exatos 1h30min de concerto. Pessoas de todas as classes sociais marcaram presença e, enquanto as crianças brincavam na praça, os pais curtiam um belo chimarrão ao luar.
Um piano pela Estrada não para em Dourados, há ainda concertos em oito cidades nos estados de Goiás, Rio Grande do Sul, Bahia, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Ceará e Minas Gerais até o final do mês de abril de 2012.
sábado, 17 de março de 2012
A CURVATURA DA VARA EM ARTES CÊNICAS
DOURADOS/MS: Ao sair do trabalho, no qual
estressante, tive que aprender a dizer adeus e viver uma nova história. O meu
medo é ter uma história única, pois já foram três despedidas marcantes
profissionalmente, em cinco anos.
Mas vamos ao primeiro dia de aula
nas artes cênicas. Nunca imaginei que iria me deparar com tantas figuras
excêntricas e linguajar inusitado, mas está valendo. Quem está na chuva se
molha.
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fonte: o fusca proposital |
Bom, cheguei ao campus da UFGD
por volta das 18h45 de uma quinta-feira chuvosa do ano do senhor Jesus Cristo,
2012. Literalmente molhado. A gelada chuva me banhou durante todo o trajeto. Capa
de chuva é lenda, pois na motoca só sentia água escorrendo pelas costas
molhando toda a roupa.
No primeiro dia de aula tive o
prazer de reencontrar uma grande amiga dos tempos do segundo grau e fazer
amizade com uma senhora simpática, que assim como eu, está na busca de novos
horizontes, novas histórias a serem contadas.
Em sala, um jovem senhor, com
barba por fazer, calça jeans, camisa xadrez pra fora da calça, ministrava a
aula e de pronto me fez uma pergunta simples, mas quase impossível de
responder. “Porque você escolheu as artes cênicas? Fiquei paralisado. Só neste
momento percebi que tinha dado um chute no traseiro da ADM (no bom sentido, é
claro).
De cara aprendi a diferença entre
o senso comum e o senso crítico. Ouvi lindas histórias e muitas bobagens ditas
pelas “crianças” de plantão. Adorei a minha nova amiga, mas um projeto de
gente, uma pequinesa me tirou do sério ao tentar invadir minha privacidade.
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Reprodução da Internet |
Na sexta-feira aprendi sobre a
curvatura da vara (muitas risadas e algumas “colegas” eufóricas), o método de
Lancaster, e que nos primórdios da humanidade o professor era como “as vacas da
Índia”, intocáveis e que hoje se faz necessário rever a didática no banco
escolar.
Bem, na verdade, tive um momento
de epifania... percebi que alguns integrantes dessa nave louca têm a síndrome
do Peter Pan, com medo de crescer deram um showzinho enrolando ainda mais a
aula arrastada de didática... É isso. Espero que a arara da discórdia não afete
a próxima semana!
sexta-feira, 16 de março de 2012
AVENIDA BRASIL
Avenida Brasil estreia 26/03/2012 às 21h na tela da TV Morena/Globo
DOURADOS/MS: Aos 11 anos de idade, relatam os
especialistas, a criança tem um senso de justiça bastante aflorado. É também
nesta fase em que o olhar crítico se acentua. Rita (Mel Maia), a protagonista
desta história, tem exatos 11 anos quando sofre um duro golpe e vê o seu mundo
virar ao avesso. Esta rasteira lhe deixa marcas profundas, chaga que Rita
carregará pela vida inteira.
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Imagem: TV Globo |
A menina, órfã de mãe, é criada
pelo pai. Amoroso, Genésio (Tony Ramos) jamais imaginou que a sua segunda
esposa pudesse representar o pior de seus pesadelos. Carminha (Adriana
Esteves), a madrasta, rouba tudo da enteada: os sonhos, a casa, a família e a
esperança. Rita conhece um modelo de vida sem esperança, de muitas perdas e
solidão. Ela sente, na pele, a amargura da decepção.
Mas enganam-se aqueles que
subestimam a capacidade de sobrevivência de Rita. A menina não sucumbe ao longo
dos anos. De tudo o que lhe foi tirado, restou apenas um único e vital
sentimento: a sede por um acerto de contas. É neste momento em que o limite
para que os fins justifiquem os meios entra em discussão. Esse limite, por
diversas vezes, não se encaixa no formato simples e dicotômico de certo ou
errado.
Na saga pela sua própria justiça,
Rita deixa para trás o passado frágil e se transforma em Nina (Débora
Falabella), uma mulher obstinada, firme e blindada para as surpresas que o
destino lhe reserva. A vida se encarregou desta metamorfose. Está feito, não há
como voltar.
Há 13 anos...
Avenida Brasil, escrita por João
Emanuel Carneiro e com direção de núcleo de Ricardo Waddington, narra a
trajetória de Rita (Mel Maia), uma menina órfã que vê o seu mundo desmoronar
com a morte do pai. O triste acontecimento lhe rouba a infância, pois Rita é
apenas uma criança quando Genésio (Tony Ramos) sofre o grande golpe que
culminou no fim de sua vida.
Se a história fosse pausada neste
exato momento, o destino de Rita já seria, no mínimo, comovente. Mas a vida
então lhe prega uma peça e coloca em seu caminho Carminha (Adriana Esteves), a
segunda esposa de Genésio. E ela não chega sozinha... Carmen Lúcia Moreira de
Souza entra em cena na companhia de Max (Marcelo Novaes), seu amante e parceiro
em golpes e armações ao longo de anos.
A trama tem início na década de
90. Carminha, uma mulher sedutora e esperta, nunca dá ponto sem nó. Casou-se
com o honesto Genésio de olho em vantagens que poderia conseguir no
relacionamento com esse homem simples e boa gente. Na primeira brecha que
encontra, ela planeja uma armadilha que tem por objetivo roubar uma grande
bolada do marido.
Tudo vai bem até que Rita
descobre quem é, de verdade, a sua madrasta. Ela revela a Genésio tudo o que
descobriu, especialmente o roubo do dinheiro da venda da casa onde moram, ou
seja, a sua única herança. Pai e filha, juntos, resolvem deter Carminha. É
quando a sorte sorri para esta fria e ardilosa personagem, uma loba em pele de
linda e dissimulada mulher.
Fotos no site de imprensa: www.redeglobo.com.br/imprensa
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quinta-feira, 15 de março de 2012
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