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domingo, 26 de janeiro de 2014

A TEIA - A NEM TÃO MOCINHA ASSIM

Da assessoria/TV Globo

Celeste (Andréia Horta) é o tipo que não faz julgamentos. Ela ama Baroni (Paulo Vilhena), acoberta o que ele faz, é fiel a ele. Não é mocinha, nem vilã. Longe do estereótipo de mulher de bandido, é uma pessoa simples. Apesar de ser muito bonita e chamar atenção, não é sofisticada, está sempre de calça jeans e camiseta, acentuando suas formas generosas.

Imagem: internet
A pouca vaidade se reflete nos cabelos compridos, brincos e saltos. Quase tem vergonha de si mesma. Celeste sabe que Baroni é um cara bem nascido, que estudou em bons colégios, sabe falar outras línguas. Ela sente-se inferior em vários momentos ao lado dele, especialmente quando o assunto é a sofisticada ex-mulher, uma antiga colega de faculdade.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

A TEIA - QUANDO O HERÓI TAMBÉM FALHA

Da assessoria/TV Globo

Para cumprir o processo disciplinar, resultado da acusação de torturar um preso, Macedo (João Miguel) foi obrigado não só a se afastar do cargo de chefia da Delegacia de Repressão a Entorpecentes que comandava, em Fortaleza, como também deixar para trás sua mulher Isabel (Ana Cecília) e a filha adolescente Paula (Aline Peixoto). Como punição, foi transferido para Brasília e assumiu um trabalho burocrático na Superintendência Regional da Polícia Federal.

Mas as dificuldades não são apenas no seu novo cargo. Ele se vê obrigado a morar provisoriamente com sua mãe, Áurea (Denise Weinberg). Apesar da boa relação com ela, a convivência com Eduardo (Daniel Warren), seu meio-irmão, é quase que insuportável. Filho de um falecido político, com quem Áurea teve uma relação extraconjugal, ele é o típico picareta. E os dois prometem bater muito de frente. Enquanto Macedo se preocupa em proteger a mãe e inicia uma investigação para descobrir as falcatruas de seu namorado contrabandista, ele vê Eduardo querendo se aproveitar da situação.


A pressão vem de todos os lados. Seus superiores cobram resultados, os colegas invejosos tentam mais uma vez derrubá-lo, a imprensa questiona sem parar os caminhos da investigação, sua mulher exige que ele seja mais presente como pai e reclama do distanciamento dos dois.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

BRASILIA É O PONTO E PARTIDA DE "A TEIA" NOVA SÉRIE BRASILEIRA

Da assessoria/TV Globo

“Senhores passageiros, muito boa noite, aqui quem fala é o comandante. Nosso voo tem duração prevista de aproximadamente duas horas. Peço desculpas pelo atraso da nossa viagem, mas em breve devemos obter autorização da torre para decolar”. O ponto de partida é a capital federal: aeroporto internacional de Brasília. O motivo da demora: o carregamento de malotes de ouro, que estavam sendo acomodados no compartimento de carga da aeronave. Entre os envolvidos, 70 passageiros e funcionários de um voo comercial. Em cinco minutos, todos viraram testemunhas de um assalto cinematográfico com direito a fuzis, metralhadoras e disparos ameaçadores próximos ao tanque de combustível do avião.

Formada por nove bandidos, a quadrilha invadiu a pista com duas caminhonetes e uma minivan e, sem se intimidar com os vigilantes da empresa transportadora de valores, fugiu, levando 61 kg de ouro e deixando para trás as autoridades perplexas. No dia seguinte, as manchetes dos principais jornais do país davam destaque para um assalto que parecia ter vindo de um roteiro de Hollywood e chamavam a atenção para a troca de tiros entre os assaltantes, os seguranças e a polícia do local.

À frente do caso, o delegado Jorge Macedo, interpretado pelo ator João Miguel. Um policial federal apaixonado pelo jogo da investigação e personagem central do seriado policial ‘A Teia’. Um homem avesso à violência e ao corporativismo e que não vai medir esforços para completar sua missão, ainda apenas que o acaso tenha o designado para a tarefa. Em seu caminho, Marco Aurélio Baroni, um criminoso inteligente e sedutor vivido por Paulo Vilhena, que poderá colocar sua reputação e sua vida em risco.

Com autoria de Carolina Kotscho e Bráulio Mantovani, direção de núcleo e geral de Rogério Gomes, o Papinha, e direção geral de Pedro Vasconcelos, ‘A Teia’ tem um assalto real como ponto de partida para a trama sobre uma longa investigação que envolve diferentes agentes da Polícia Federal em vários estados do Brasil, duas perigosas quadrilhas rivais e até mesmo policiais civis. A produção, com estreia prevista para o dia 28 de janeiro, mergulha no mundo do crime organizado e mostra como o processo de investigação está sempre ligado aos conflitos pessoais dos personagens, suas paixões e seus desejos.

‘A Teia’ instigará a compreensão desse universo que muitas vezes se mostra contraditório, repleto de amor e ódio, traição e vingança, culpa e redenção. Uma linha tênue que divide o mundo dos mocinhos e dos bandidos, ora passíveis de admiração, ora de desprezo. Um verdadeiro drama humano de quem vive como um fugitivo e se escondendo e inventando histórias de cobertura e nomes falsos. Seja ele quem for. Esteja do lado que estiver.

“O bacana nesse tipo de seriado é explorar a riqueza humana que todo mundo tem, as confusões, os conflitos. Ninguém é inteiramente bom, ninguém é inteiramente mau. O nosso desejo é que as pessoas realmente gostem de todos os personagens”, revela Bráulio. O seriado vai apresentar Baroni (Paulo Vilhena) como um bandido sofisticado, classe média alta, que se desvirtuou do bom caminho por puro prazer. Ele é movido pela paixão, assim como o delegado Jorge Macedo (João Miguel). “O bandido e o mocinho são mais ou menos, claro que mal comparando, dois lados de uma mesma moeda. Eles estão no jogo”, conta Carolina.

Com histórias feitas a partir de muita pesquisa e livremente inspiradas no arquivo pessoal do delegado aposentado da Polícia Federal Antonio Celso dos Santos, ‘A Teia’ terá toques de realidade nas suas muitas cenas de ação. Para isso, a consultoria de um profissional foi essencial. “’A Teia’ é feita de muitas histórias. Buscamos a inspiração e a lógica de casos e investigações reais para construir uma história de ficção”, reforça a autora.

A cada semana, o episódio começa com um prólogo, peça-chave para o delegado Macedo (João Miguel) avançar em sua investigação. “É tudo muito dinâmico e com estrutura policial. É preciso estar atento o tempo todo para não se perder na história”, explica Rogério Gomes, que promete ainda uma trilha sonora a base de muito rock’n roll.