DOURADOS/MS: Músicos em Movimento – MM e Coletivo Barbariê apresentam, Circo Grita com a oficina “Vivência Circense” neste sábado, 23, na sede da ADUF em Dourados, a partir das 14h e sarau a partir das 18h.
De acordo com a organização, o projeto tem como objetivo
realizar o encontro de quem está começando com os profissionais experientes.
Além de agregar talentos é uma ótima oportunidade para a troca de informações
sobre a vivência circense.
A oficina será ministrada pelo coletivo M’boitatá através da
artista Sorrayla Acosta. Contará com jogos, brincadeiras, introdução ao
malabarismo e ao tecido aéreo, com início a partir das 14h. A inscrição poderá
ser feita no local, ao custo de R$ 5,00. Já o sarau, com várias atrações
musicais, começa às 18h com entrada a R$ 5,00. Haverá venda de bebidas
alcoólicas no sarau e a entrada de menores será permitida apenas com a presença
dos pais.
O projeto “Circo Grita” faz parte da programação do Grito
Rock Dourados 2013; uma organização da cena independente de arte realizada no
Brasil há alguns anos. “O objetivo do Grito Rock é apresentar e dar espaço pra
bandas de rock, bandas independentes e com músicas próprias no cenário local e
mundial e com o tempo abriu espaço para outras artes como o circo”, afirma a
atriz e cientista social, Taianne Petelin.
DA OFICINA
“Ale Hop” é uma expressão usada pelos artistas circenses que
indica o tempo para o início de um número. Ao invés de falar Um... Dois...
Três... E... Já, eles dizem “Ale Hop”. Geralmente em um número acrobático, o
portô (pessoa que tem mais força) fala ALE, e o volante (pessoa que é
levantada) fala HOP. Essa tática é importante para saber o tempo da contagem e
para que as duas pessoas façam o movimento juntas. Ainda não se sabe o
significado da expressão, mas quem segue essa dica não tem chances de errar o
número e fazer feio diante do público.
O Circo Grita é organizado por talentos locais e conta com
os Músicos em Movimento: Fernanda Ebling, Norato Marques de Oliveira, Alex
Franco Poli e do Coletivo Barbariê: Fabiana Fernandes; Mayara Holsback; Flavia
Helena Braff Denes.
E apoio do Grupão Teatro: Tom Kyo; Sorrayla Acosta Parra;
Taianne Petelin.
DA MINISTRANTRE/Sorrayla Acosta Parra
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Foto: arquivo pessoal |
Natural de Dourados, Sorrayla Acosta Parra é Licenciada em História pela Universidade Federal da Grande
Dourados. Atriz e pesquisadora. Iniciou seu
contato com a arte através da dança paraguaia e posteriormente a dança do
ventre. Em 2006, teve suas primeiras experiências com o teatro no grupo Trupe
Zomba, a partir do projeto de extensão “Teatro no Teatro” realizado pela UEMS.
Em 2007 participou do Coletivo de arte Robin Hood,
desenvolvendo a pesquisa e atuação da linguagem do teatro de rua e circo, teve
a oportunidade de aprender diversas modalidades de malabarismos e atuar em
diferentes espaços.
Em 2008 surgiu o coletivo M’ boitatá, no qual a rua continua
sendo o principal espaço de pesquisa e amadurecimento da linguagem cênica do
grupo, que desenvolvem técnicas circenses como malabarismo, pirofagia e bases
de equilíbrio em duplas.
O coletivo se apresenta em espaços alternativos como:
feiras-livres, praças, escolas, bares, entre outros, tendo atuado também em
diversas cidades do sul do estado, além da participação de eventos artísticos
como Uniarte 2009 e 2010, “Aldeia Sesc” em 2010 e 2011, com números circenses
de pirofagia, estátua viva e oficinas de malabarismo.
SERVIÇO
QUANDO: sábado, a partir das 14h00;
ONDE: ADUF (Rua Passo Fundo, nº 290, Jardim Universitário)
QUANTO: Oficina R$ 5; Sarau R$ 5
CLASSIFICAÇÃO: Oficina: Livre; Sarau: menores acompanhados
dos pais ou responsáveis.
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