Nosso vôo saiu as 9h47 de Campo Grande
no dia 11 de dezembro com destino a Cuiabá, mais precisamente para o
SESC/Pantanal em Poconé para o Encom
(Encontro Comercial da RMT)
De repente meu relógio biológico
apita, mas homem tem essa noia? Enfim, do meu lado direito, o grávido Diego, do
outro lado, a grávida Ana Cláudia. Além de sofrer bulling
tecnológico, tenho que ser ouvinte passivo do papo “bebê”. O Francisco chega ao
mundo em abril, mas a Maria Clara dá as boas vindas em janeiro de 2014.
Me vejo entre papo sapatinho e
parto normal. Ansioso com o tic tac martelando nos ouvidos, ou seria a
pressurização do vôo? Sinto vontade de escrever, falta papel, falta caneta. Lá
vai o mestre dos magos solicitar aos passageiros. Cutuca daqui, cutuca dali,
salvo pela nossa querida “Paola Bracho”, ops, Carolina Nuñez.
De caneta em punho, o desejo de
escrever passa como num passe de mágica. Pela primeira vez em uma companhia
(gol) onde o lanche tem que ser pago. Valores pela hora da vida. vai ser caro
assim lá no céu de Mato Grosso do Sul.
Como assim, não tem capuccino? Pare
esse vôo, ela está grávida! Prestação de serviço no Brasil é ruim até no ar. De
repente a aeromoça volta do fundo da aeronave a passos largo. Reparo que a nossa
Paola saiu do Paraguai para tumultuar no corredor. Gente, essa
menina anda mais que porco solto...
O vôo segue tranquilo. Percebo
que a tal da cegonha viaja de gol. Em todos os lados, crianças a chamar pela mamãe,
mas que droga, não vejo um papai. Será que a cegonha está entregando em escala
e parou na da produção independente, ou as crianças curtem mais as mamães, já que
elas são as progenitoras? Querendo ou não, são elas quem dá de comer, troca as
fraldas sujas e por estar mais tempo por perto dos pirralhos tem preferência pela
primeira fala.
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